A mesa posta com calma na noite de 24, as velas acesas e todo mundo em volta.
Toalhas em xadrez, jogos americanos ilustrados e os detalhes que fazem a mesa parecer de família, mesmo quando é a primeira ceia na casa nova.
Pôr a mesa é um jeito de dizer que alguém é bem-vindo.
O aconchego da vida simples.
A mesa posta com calma na noite de 24, as velas acesas e todo mundo em volta.
Toalhas em xadrez, jogos americanos ilustrados e os detalhes que fazem a mesa parecer de família, mesmo quando é a primeira ceia na casa nova.
Cada linha é um mundo próprio. O acabamento é o mesmo em todas — é ele que faz tudo conversar na mesma mesa.
A casa de fazenda, o pé de café, a capela, o carro de boi. O toile é francês; esta história é nossa.
Desenho de gravura fina em Azul Hortênsia sobre creme — a peça que faz perguntarem onde você achou.
Rosas e passarinhos em pincelada solta sobre listras azuis, com a borda escalopada.
A mesa de domingo em que ninguém tem pressa de levantar.
O celeiro, o cavalo, as galinhas na frente. Uma cena de fazenda em aquarela, com moldura de xadrez na borda.
A linha que as crianças escolhem primeiro — e os adultos deixam na mesa.
Floral miúdo, xadrez, listra fina e poá — o guarda-roupa de tecidos da casa da avó, reunido numa peça só.
Cores lavadas, como algodão que já viveu muitos domingos.
Manjericão, café, maracujá — desenhados como numa prancha de herbário antigo, com raiz e nome à mão.
Verde Sálvia sobre creme, na mesa de todo dia que continua sendo bonita.